esse eh soh meu!

Sunday, February 27, 2005

essa ai eh d julho de 2004, eu i a anna. finalmente to começando a conseguir mexer em alguma coisa aqui dentro. pois eh...

Posted by Hello

Sunday, February 20, 2005

no post

Que merda esses estrangeirismos viu, que caralho a prova do orvile, que porra calórica aquele beirute (comida árabe é tão bom)....q saco essa....vcs entenderam. Mas é assim, eu ainda não entendo que que a gente ta fazendo aqui. Nem acho que querer que o mundo exploda é um sentimento egoísta e autoritário. Ignorância é pensar que as coisas vão melhorar se eu ñ explodir o mundo e a nova geração venha feliz e mais disposta a lutar. Mesmo que venha. Nada vai mudar. E outra, O MUNDO VAI CONTINUAR O MESMO APESAR DAS TERAPIAS, isto é, ñ adianta nada eu mudar minha visão de pessimista para otimista, pq as coisas vão continuar as mesmas, a única coisa que vai mudar é que eu vou fazer os exercícios de matemática c/ mais disposição. Isso aí fez parte da discussão c/ a fessora de educação afetivo social. Teve outra esse dia, mas foi com a fessora de geografia. Essa sim será eternamente lembrada como o dia em que eu dei um tapa na cara da patrícia e a marcela, um murro no braço da mesma. Esse episódio foi quinta, sexta teve festa na escola. Mto doida, apesar das mesmas merdas de sempre como musica (hj eh festa lah no meu apê...), e a porra da diretora vigiando, e o caralho do marido dela, e umas outras coisinhas...mas tinha mta gente de fora, e me desculpem as loiras oxigenadas que estão lendo isso, mas vcs estavam em grande número lá na festa, algo que me deixou profundamente irritada. Fora todo mundo que cresce nas férias menos eu (caralho, a bárbara tah c/ 1,72m). ontem sábado, de volta às aulas da cultura inglesa, deu pra dah uma animada, jah q a minha turma tah mto doida. Mas a tarde qndo eu fui na igreja, deprê total, ñ por ter ido obrigada, mas pelas cnvrsas q tive lah. Bah, q merda viu. Eu to perdida. E hj, domingo, de manhã teve a prova pra arranjah bolsa lah no orvile carneiro (puta que pariu), dpois eu i a Olga fomos nos entupir de comida, e agora tamu aki em casa, digitando isso no Word, pra na hora q eu entrar na internet passar pro blog, ouvindo a porra duma música que só faz a gente ver que tamu no fundo do poço mesmo. O cara: cazuza, a música: Brasil.
OBS. sobre o título: é pq inicialmente eu ñ tinha idéia nenhuma do q enfiar nesse post.

As Cobras, Luís Fernando Veríssimo

“- nossa condição não é tão angustiante assim...
- como não? Atravessamos o espaço numa bola que não controlamos, num universo que não entendemos, por uma razão que não entendemos, para um fim que não veremos.
- (...)
- sim, mas fora isso...”

Tuesday, February 15, 2005

eu axu q ñ tenho mta criatividade p/ nomes d posts, mas foda-TE

esse vai ser de verdade. vamos ver o q seria interessante pra falar....bom isso ñ é interessante, mas eu vo falah do mesmo jeito: sábado a gente vai fazê prova lah no orvile carneiro, pra conseguir bolsa, pra fazer cursinho, pra fazer uma prova e tentar passar no coltec/cefet. ficamu sabendo disso no fim de semana, intão tamu correndo atrás da matéria, estudando pra cacete, pra v se a gente aprende alguma coisa do q vai cair.
deixa eu ver o q mais....ah! vi isso num blog ae da vidade, e gostei: as vacas dormem em pé, qndo chove, as vacas deitam. e se chover qndo elas estiverem dormindo?

mais uma vez

Saturday, February 12, 2005

a revolução não será televisionada!

Meu sábado se resumiu em acordar, receber um telefonema desesperado da Olga, almoçar, (escapei de ir na igreja), e entrar na internet.vazio, como eu já tinha imaginado.

Guerra Civil, Cazuza/ Ritchie

Paro no meio da rua
Me atropelei demais
Alguém pergunta as horas
Ou então vai me matar

Freiras lésbicas assassinas
Fadas sensuais
Me vigiam do décimo andar
Tem sempre um lugar aonde você não está

Paro no meio da noite (da noite)
Procuro a tua mão
Você está tão distante (distante)
Num sonho que eu nem sei

O pensamento é a guerra
A guerra civil do ser
Entro no teu corpo
Quero te conhecer
Tem sempre um lugar
Onde você não está

Paro no meio de tudo
Que eu tive e que eu não tive
Já me esqueci de tudo
De tudo o que eu te disse

Foram frases decoradas
Tristes e sagradas
Feito missas toda a madrugada
Tem sempre um lugar
Onde você não está

Saturday, February 05, 2005

faça amor, não faça guerra (ou eh o contrario?)

Until the philosophy
Which hold one race superior
And another
Inferior
Is finally
And permanently
Discredited
And abandoned –
Everywhere is war –
Me say war.”

Bob Marley –
War (Rastaman vibration, 1976)

“Até que a filosofia
Que diz que uma raça é superior
E outra
Inferior
Seja finalmente
E permanentemente
Desacreditada
E abandonada -
Em todo lugar é guerra –
Eu digo guerra.

Não importa que bombas explodam
No centro do poder nem que o
Veneno escorra das nações
Desamparadas verdade não
Depende mais da esperança pra
Existir e o que nos resta aqui é
Assumir a culpa mutiladas nas
Bandeiras inundadas de egoísmo

Qual juventude vai querer herdar
Toda essa insanável ética”

D.C.

Escovas de dentes são estranhas. E eu não gosto da colgate. Nem como produto, nem como marca.

Sunday, January 30, 2005

não: não digas nada!

fernando pessoa

Não: não digas nada!
Supor o que dirá
A tua boca velada
É ouvi-lo já

É ouvi-lo melhor
Do que o dirias.
O que és não vem à flor
Das frases e dos dias.

És melhor do que tu.
Não digas nada: sê!
Graça do corpo nu
Que invisível se vê.

Wednesday, January 26, 2005

mestre vinicius:

A carta que não foi mandada

Paris, outono de 73
Estou no nosso bar mais uma vez
E escrevo pra dizer
Que é a mesma taça e a mesma luz
Brilhando no champanhe em vários tons azuis
No espelho em frente eu sou mais um freguês
Um homem que já foi feliz, talvez
E vejo que em seu rosto correm lágrimas de dor
Saudades, certamente, de algum grande amor

Mas ao vê-lo assim tão triste e só
Sou eu que estou chorando
Lágrimas iguais
E, a vida é assim, o tempo passa
E fica relembrando
Canções do amor demais
Sim, será mais um, mais um qualquer
Que vem de vez em quando
E olha para trás
É, existe sempre uma mulher
Pra se ficar pensando
Nem sei... nem lembro mais

(mais tarde eu venho aki pra portar d verdade)